Requiem for a dream – estou sem piscar até agora

Requiem for a dream – estou sem piscar até agora

Eu não esperava, sério. Quando você está acostumado a ver filmes cheios de heroísmo ou cheios de um humor negro ver um filme como Requiem é assim… Não sei. Estou escrevendo isso sendo que eu acabei de ver, vou tentar passar a impressão mais pura possível.

Requiem por um Sonho

Requiem por um sonho é um projeto do diretor Darren Aronofsky e foi lançado em 2000. Atores conhecidos estão no elenco: Ellen Burstyn, Jared Leto, Jennifer Connelly e Marlon Wayanse. Cada um deles interpreta pessoas um tanto inconsequentes mas cheias de sonhos, e claro que suas vidas são todas entrelaçadas de alguma forma. Cada um deseja a evolução e quer construir seus reinos cheios de perspectiva para uma vida melhor e com mais sentido. O grande problema de todos ali é querer conseguir alcançar tudo da maneira mais fácil, e então o nome do filme tem todo sentido: vemos os sonhos de todos eles morrerem pouco a pouco. Com uma ajuda das drogas a coisa fica intensa o suficienta pra você não piscar até meia hora depois de ver o filme.

Claro que a questão aqui não são as drogas. A questão são os sonhos. Ver cada pedacinho de sanidade e de dignidade indo embora, e os sonhos se quebrando como um espelho em pedacinhos. As drogas são a rota de fuga da frustraçao de cada personagem, na verdade.

Esse filme é uma coisa… eu nem sei explicar o que eu tô sentindo. É um pânico encubado, uma coisa desesperadora. Grande parte disso é pontecializado pelo trabalho de direção e a trilha sonora ÉPICOS E SENSACIONAIS. Extremamente arrojado e nem por isso é over; Muitas coisas certamente foram inspiradas na edição desse filme desde que ele foi lançado. A trilha sonora é usada exaustivamente hoje em dia, então também já tem um status de clássico incontestável. Não é sem motivo, é completamente tensa e cabe muito bem nas cenas.

Requiem por um Sonho

Mas não posso deixar de falar da atuação da Ellen Burstyn, que vai ao extremo totalmente caótico do limite que um ator pode ir na sua vida. Eu não conseguiria dormir por meses depois de convercer tão bem o público dos choques na clínica e da geladeira que anda. De resto as atuações são ótimas, mas a véia doida ofusca um pouco por protagonizar sua loucura sozinha em casa.

Veja, veja e veja. Tem cenas fortes demais, não recomendo crianças por perto, mas assim que puder, VEJA. O cinema precisa de mais filmes assim.

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